Melhor qualidade do acabamento superficial e maior durabilidade da ferramenta
Família de revestimentos PVD multifuncionais para ferramentas de corte por arranque de apara, formulados para operar em condições em que os revestimentos convencionais (TiN, TiAlN) atingem os seus limites de desempenho. Combinam dureza elevada e estabilidade térmica com mecanismos auto-adaptativos ativados pela própria operação, que contribuem para a redução do atrito e das forças de corte.
Maior eficiência nos processos de injeção de plástico e conformação mecânica
Revestimentos PVD de baixo coeficiente de atrito com comportamento auto-adaptativo, otimizados para aplicações tribológicas em condições adversas:
Variante de Diamond-Like Carbon (DLC), com elevada adesão ao substrato, estabilidade térmica superior a um DLC convencional (500 °C) e coeficiente de atrito muito reduzido (μ < 0,1) em deslizamento seco.
WSC — revestimento à base de dissulfureto de tungsténio com adição de carbono, que assegura lubrificação sólida e baixo atrito (μ ≈ 0,05–0,15) mesmo sob cargas elevadas.
Monitorização de variações de pressão in situ para ferramentas e componentes
Revestimento PVD funcional que integra uma camada sensora à base de CrN com resposta piezoresistiva, permitindo a medição in situ e em tempo real de variações de pressão em ferramnentas e componentes.
Adicionalmente, a camada sensora apresenta uma resposta termoresistiva mensurável, possibilitando a aquisição simultânea de pressão e temperatura de contacto a partir de uma única arquitetura de revestimento. A integração direta no componente, sem necessidade de sensores discretos externos, aproxima a sensorização da zona real de solicitação, com elevada resolução espacial e mínima interferência mecânica no processo.
Monitorização de variações de temperatua in situ para ferramentas de corte
Revestimento multifuncional baseado em arquitetura multicamada que combina proteção tribológica com capacidade de monitorização in situ da temperatura. A camada de TiAlN assegura dureza elevada e excelente resistência à oxidação em operações de corte exigentes, com comportamento tribológico estável a temperaturas elevadas. A camada termoresistiva integrada na arquitetura permite a aquisição da temperatura na zona de operação a partir da variação da resistência elétrica, mantendo a integridade do sinal mesmo sob elevadas cargas mecânicas e térmicas.
Este revestimento foi desenvolvido no âmbito do PPS6/WP10. Revestimentos autoadaptativos, sensoriais e multifuncionais, pertencente à Agenda Drivolution, financiada pelo Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).
Esta Agenda tem como objeto a criação de uma Fábrica do Futuro capaz de responder aos desafios subjacentes à transição energética e à transformação digital no setor automóvel, permitindo criar um crescimento inteligente, sustentável, inclusivo e resiliente.